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No anelar esquerdo há uma veia ligada ao coração. Há inúmeras teorias sobre os rituais envolvidos e com diversos povos.
Antigas civilizações (Gregos, Egípcios, Romanos, etc) acreditavam que no anelar esquerdo havia uma veia ligada ao coração.

Bom, segundo a lenda chinesa tem uma representação familiar, pois o polegar representa os nossos pais,os dedos indicadores representam os nossos irmãos e amigos!
os dedos médios representam a nós mesmo. Os dedos anulares representam o nosso amor no qual constituiremos uma família!
então, segundo a lenda chinesa, conseguimos levar os dedos polegares, indicadores e minimos à palma da mão fechando facilmente E a lenda diz que quando esses dedos conseguem tocar na palma da mão, q isso significa perda, separação, tipo pai e mãe nos criam...Asim, nunca conseguimos tocar a palma da mão sem o dedo anular estar ereto, e iso significa que esse dedo representa nossa esposa
por isso que os chineses usam aliança no dedo anular, para mostrar a sociedade que eles encontraram o amor da sua vida.
e para nós brasileiro a aliança no dedo simboliza "Algemas", tipo: "tire os zóis que sou casado e minha patroa é ciumenta"

A mão tem cinco dedos, que são:

1 – Polegar
2 – indicador
3 – Médio
4 – Anelar
5 – Mínimo

Mão

Uma epidemia se caracteriza pela incidência, em curto período de tempo, de grande número de casos de uma doença. 

As epidemias
Quando Oswaldo Cruz assumiu a direção do Departamento Nacional de Saúde Pública, o Brasil era um país doente. Uma das regiões que mais sofria era o Rio de Janeiro. No final do século XIX, dizia-se que essa cidade poderia vir a ser o maior empório da América do Sul se não fosse uma fábrica de moléstias.
Duas doenças, em especial, tiravam o sono das autoridades e a vida da população: a febre amarela e a varíola.
Pesquisa no Arquivo da Casa de Oswaldo Cruz: Rose Oliveyra
Caricatura LXXXIV
As moléstias em conferência. Charge do início do século XX. Todas carregam o símbolo da morte, uma foice.
Quando falamos de epidemias na história do Brasil, a primeira a ser lembrada é a febre amarela. Transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti, chegou ao Brasil no século XVII em navios que vinham da África. Os primeiros casos datam de 1685, no Recife, e de 1692, na cidade de Salvador.
Durante o século XVIII, não foram relatados casos dessa doença no Brasil. Ela retornou apenas entre 1849 e 1850, na forma de uma grande epidemia, que atingiu quase todo o país. Uma das cidades mais atacadas foi o Rio de Janeiro.
O mosquito Aedes aegypti.
Esse surto epidêmico obrigou o Império a tomar providências que podem ser consideradas de saúde pública. O governo, por meio de um decreto, tentou limpar as cidades purificando o ar. Mas, mesmo assim, a febre amarela continuou a atacar. Não se imaginava que a causa da doença era um mosquito. Depois de 1850, ela se tornou endêmica no Rio de Janeiro.
O número de vítimas aumentou assustadoramente. Entre 1880 e 1889, foram registrados 9.376 casos.
A solução para a febre amarela surgiu apenas no final do século XIX. Até essa época, as teorias sobre a doença eram inúmeras. No Brasil, acreditava-se que o clima, o solo e os ares poderiam ser propícios ao seu surgimento; por isso a idéia de limpar o ar. Foi em Cuba que um cientista descobriu que a febre amarela era transmitida pelo mosquito Aedes aegypti.
Oswaldo Cruz já tinha conhecimento do trabalho desenvolvido em Cuba e, quando iniciou sua luta para acabar com a febre amarela na cidade do Rio de Janeiro, recebeu amplo apoio do presidente Rodrigues Alves, que havia perdido um dos filhos por causa dessa doença.
Esse apoio político foi muito importante para que a ação do sanitarista tivesse resultados, pois, nos meios científicos, muitos médicos não acreditavam que um mosquito era o transmissor da febre amarela.
Para combater a doença e o mosquito, Oswaldo Cruz dividiu a cidade em distritos e organizou as chamadas “brigadas mata–mosquitos”.
Pesquisa no Arquivo da Casa de Oswaldo Cruz: Rose Oliveyra
IOC (AC-CS) 1-6
Brigadas mata-mosquitos vedam residência para aplicação de veneno contra o transmissor da febre amarela.
As “brigadas” tinham o poder de invadir e isolar qualquer residência suspeita de abrigar focos do mosquito.
As medidas de profilaxia de Oswaldo Cruz tiveram características de uma campanha militar. Os doentes eram isolados, e a cidade ficou sob a constante vigilância das autoridades policiais e sanitárias.
A imposição de normas de higiene e a vigilância sobre a cidade e os hábitos da população caracterizam a prática campanhista autoritária. Na solução do problema da febre amarela, Oswaldo Cruz teve sucesso. Depois, precisou enfrentar a varíola, uma das doenças mais antigas de que se tem notícia. Causada por um vírus, oOrthopoxvirus variolae, ela tirou muitas vidas ao longo da história.
Sua presença marcou importantes períodos, como a Idade Média, época em que recebeu inúmeras denominações, como “pequena pústula” e até mesmo o nome usado até hoje, “varíola”.
Pústulas, manchas, cicatrizes: essas eram as principais marcas da varíola. Se a pessoa não morresse em virtude das altas febres, dores e fatiga, poderia ficar cega e com profundas cicatrizes pelo corpo, especialmente no rosto.
Comum na Europa, a varíola chegou ao Brasil junto com os colonizadores e os navios que vinham da África. As primeiras referências da doença datam de 1563, por ocasião de uma epidemia que ocorreu na cidade de Salvador e seus arredores.
Por causa das feridas em forma de bolhas que cobriam o rosto dos doentes, a varíola ficou conhecida popularmente como “mal das bexigas”; e seus doentes, como “bexiguentos”.
Assim como na Europa, a varíola fez muitas vítimas no Brasil. Durante o Período Colonial, a doença periodicamente atacava vilas e alastrava-se pelas fazendas. Contando apenas com curandeiros e pouquíssimos cirurgiões-barbeiros, o que restava à população era rezar e isolar os doentes.
Foi apenas no século XVIII que se vislumbrou o que seria a solução para impedir o avanço da varíola. As pistas foram dadas pelos próprios doentes — as pessoas que conseguiam sobreviver ficavam imunes à moléstia, ou seja, não a contraíam novamente.
Imunização. Essa era a chave que a varíola oferecia em meio aos seus flagelos para se evitarem tantas mortes. E quem percebeu isso não foi um cientista ou médico da época (séc. XVIII), mas uma dama inglesa que havia sobrevivido à terrível doença: lady Mary Montagu. Esposa do embaixador inglês no Oriente, ela observou como os povos orientais faziam para evitar a varíola. Era o começo da primeira vitória do homem sobre uma epidemia.
O que lady Mary percebeu e depois levou para a Europa foi o método de inoculação, que consistia em pegar um pouco de material de dentro das feridas dos enfermos que estavam em convalescença e inseri-lo, através de um pequeno corte, em pessoas sadias, especialmente crianças. Assim, o indivíduo acabava tendo uma forma “branda” de varíola e não ficava mais doente.
Um cirurgião negro atendendo aos doentes. Imagem de Jean Baptiste Debret.
A inoculação também ficou conhecida como “variolização” e se tornou moda entre as classes mais abastadas. Tanto reis como burgueses faziam seus filhos serem inoculados para que sobrevivessem a futuras epidemias. Esse método também chegou ao Brasil, de dois modos bem distintos: por intermédio de médicos e cirurgiões-barbeiros e pelos curandeiros africanos. Os primeiros queriam popularizar a prática para tentar diminuir o número de mortes em caso de epidemias, mas não conseguiram. Assim, ao ver um estilete, a maioria dos brasileiros fugia por medo.
Já a variolização feita pelos africanos tinha um caráter ritualístico. Para estes, o mal devia ser combatido com o mal. Ao inocular as pessoas, os curandeiros buscavam o poder do orixá das epidemias, Obaluaiê.



Você já está cansado de ver na Tv fala sobre isso.. porém eu vou lhe explicar tihn tihm.. por thin thim.

Vamos lá... quando de fala de:

 Pandemias, o que vem na sua mente? Pão... é isso mesmo... pão lembra massa... massa lembrar povo. Então (do grego παν [pan = tudo/ todo(s)] + δήμος [demos = povo]).
A pandemia é uma epidemia que atinge grandes proporções, podendo se espalhar por um ou mais continentes ou por todo o mundo, causando inúmeras mortes ou destruindo cidades e regiões inteiras.

Nossa, atingir a grande população... quais são os tipo de Pandemias? AIDS, tuberculose, peste, gripe asiática, gripe espanhola, tifo, etc.
Ó-ó.
Varios estados do Brasil entram em Estado de calamidades publica... então por agua a baixo.


CRITÉRIOS PREPONDERANTES
1. Intensidade dos Danos
Danos Humanos 
criticidade 1criticidade 2
feridos gravesenfermos
desaparecidosferidos leves
deslocadosdesalojados
desabrigados 
mortos 


Danos Materiais Destruídos /Danificados
prioridade 1prioridade 2
instalações públicas de saúdeinstalações particulares de saúde
residenciais popularesinstalações part. de ensino
instalações públicas de ensinoinst. rurais/ ind/ com/ prest. serv
obras  de infra-estrutura públicaresidenciais classes + favorecidas
outras instalações serv. essenciais 

Danos Ambientais 
1. contaminação e/ou poluição das fontes de água
2. contaminação, poluição e/ou degradação do solo
3. degradação da biota e redução da biodiversidade
4. poluição do ar atmosférico
2.  Ponderação dos Prejuízos
Prejuízos Econômicos
nível IPrejuízo  <  5% PIB
nível II5% <  Prejuízo  <  10% PIB
nível III10 % <  Prejuízo  <  30% PIB
nível IVPrejuízo >  30%  PIB
Prejuízos Sociais 

prioridade 1prioridade 2
assistência médica primária
assistência médico-hospitalar
geração e distribuição de energia elétrica
atendimento de emergências
médico-cirúrgicas
telecomunicações
abastecimento de água potáveldistr. combustíveis/ também doméstico
esgoto sanitário 
limpeza urbana / coleta de lixo 
controle de pragas e de vetores 
vigilância sanitária 

CRITÉRIOS AGRAVANTES
  • ocorrência de desastres secundários
  • despreparo da administração local (geral e defesa civil)
  • grau de vulnerabilidade do cenário e da comunidade
  • padrão evolutivo do desastre
Os desastres súbitos (agudos) geralmente caracterizam a situação de emergência e até o estado de calamidade pública, enquanto os desastres graduais (crônicos) não  justificam a decretação, pois sua evolução permite a preparação, reduzindo danos e prejuízos.
Os desastres por somação de efeitos parciais, como por exemplo, os acidentes da construção civil, acidentes de trânsito, apesar de trazerem grandes danos e prejuízos sociais não caracterizam situação de emergência ou estado de calamidade pública.
No Brasil, a maioria dos desastres de grande porte caracteriza-se como situação de emergência. Menos de 2% dos desastres declarados, homologados e reconhecidos justificariam o estado de calamidade pública ! ! ! 

Quadro resumo  para 
Caracterização das Situações Anormais

DESASTRE NÍVEL I, PEQUENA INTENSIDADE OU ACIDENTE 

CondicionantesCaracterizaCritérios agravantesSituação agravada
  • facilmente suportável, superável
  • danos pouco importantes
  • prejuízos pouco vultosos
não caracteriza situação anormal
não há fatores agravantes
NÃO

DESASTRE NÍVEL II, MÉDIA INTENSIDADE
Condicionantes
Caracteriza
Critérios agravantes
Situação agravada
  • suportável e superável
  • danos de alguma importância
  • prejuízos significativos
 situação anormal
• desastre secundário
• despreparo DC local
• grau vulnerabilidade
• padrão evolutivo
S.E.


DESASTRE NÍVEL III, GRANDE INTENSIDADE
Condicionantes
Caracteriza
Critérios agravantes
Situação agravada
  • suportável e superável, se a comunidade estiver preparada
  • danos importantes
  • prejuízos vultosos
 S.E.
• desastre secundário
• despreparo DC local
• grau vulnerabilidade
• padrão evolutivo
E.C.P.

DESASTRE NÍVEL IV, MUITO GRANDE INTENSIDADE
Condicionantes
Caracteriza
Critérios agravantes
Situação agravada
  • não suportável e não superável sem ajuda externa
  • danos muito importantes
  • prejuízos muito vultosos e consideráveis
 E.C.P.
• casos excepcionais previstos na Consttuição Federal
• Decreto do Presidente da República, ouvidos os Conselhos da República e de Defesa Nacional
ESTADO DE DEFESA
(Art. 136)
ESTADO DE SÍTIO
(Art. 137)
autorizado pelo Congresso Nacional

Dia da mentira


á muitas explicações para o 1 de abril ter se transformado no Dia das Mentiras ou Dia dos Bobos. Uma delas diz que a brincadeira surgiu na França. Desde o começo do século XVI, o Ano Novo era festejado no dia 25 de Março, data que marcava a chegada da primavera. As festas duravam uma semana e terminavam no dia 1 de abril.
Em 1564, depois da adoção do calendário gregoriano, o rei Carlos IX de França determinou que o ano novo seria comemorado no dia 1 de janeiro. Alguns franceses resistiram à mudança e continuaram a seguir o calendário antigo, pelo qual o ano iniciaria em 1 de abril. Gozadores passaram então a ridicularizá-los, a enviar presentes esquisitos e convites para festas que não existiam. Essas brincadeiras ficaram conhecidas como plaisanteries.
Em países de língua inglesa o dia da mentira costuma ser conhecido como April Fool's Day ou Dia dos Tolos, na Itália e na França ele é chamado respectivamente pesce d'aprile e poisson d'avril, o que significa literalmente "peixe de abril".
No Brasil, o 1º de abril começou a ser difundido em Minas Gerais, onde circulou "A Mentira", um periódico de vida efêmera, lançado em 1º de abril de 1848, com a notícia do falecimento de Dom Pedro, desmentida no dia seguinte. "A Mentira" saiu pela última vez em 14 de setembro de 1849, convocando todos os credores para um acerto de contas no dia 1º de abril do ano seguinte, dando como referência um local inexistente.
01/IV

Índice

 [esconder]

[editar]Superstições

Tradicionalmente, supõe-se que as peças encerrem à meia-noite. Supõe-se que os feitos posteriormente tragam a má sorte ao perpetrador. Contudo, isto não é universalmente aceito, e muitas peças já foram praticadas depois da meia-noite.
Alguém que não consegue aceitar os truques, ou tirar proveito deles dentro do espírito da tolerância e do divertimento também deve sofrer com a má sorte. Também se diz que aquele que for enganado por uma bonita menina será recompensado com o matrimônio, ou pelo menos a amizade dela.

[editar]Atualidade

A Internet faz com que seja difícil de saber se uma peça é perpetrada antes ou depois do meio-dia. Os fusos horários são diferentes em partes diferentes do mundo. O 1 de abril (ou primeiro de abril) não acontece simultaneamente em todo o mundo.
Pessoas não-residentes no ocidente pouco conhecem o costume do Dia das Mentiras e são mais vulneráveis a peças na internet.

[editar]Boatos

"Em primeiro de Abril vão os burros onde não devem ir". Muitas organizações de mídia propagaram inconscientemente ou deliberadamente peças no Dia das Mentiras. Mesmo agências de notícias sérias consideram o Dia das Mentiras uma brincadeira normal, e uma tradição anual.
O advento da internet como um meio de comunicação mundial serviu para facilitar os traquinas no seu trabalho.

[editar]Peças do Dia da Mentira que ficaram famosas

  • Kremvax: uma das primeiras peças pregadas na internet no Dia da Mentira.
  • Ilha de San Serriffe: O jornal britânico The Guardian publicou um suplemento em que mencionava esta ilha ficcional. O nome da ilha vem de "sans-serif", uma família de tipos tipográficos.
  • Plantação de espaguete: O canal de televisão BBC no programa Panorama apresentou em 1957 uma reportagem falsa sobre árvores de espaguete. Muitas pessoas interessaram-se em plantar árvores de esparguete em suas propriedades.

[editar]2005

[editar]2006

[editar]2008

  • O sítio de relacionamentos Orkut altera temporariamente a sua logomarca para Yogurt, um jogo de letras com o nome original.
  • A Wikipédia anuncia que apagará todas as imagens da Wikipédia lusófona por problemas de Copyright.
  • No site de imagens "deviantART" houve o aparecimento de Mudkips nos avatares.
  • A "Desciclopédia" anuncia que foi comprada pelo site Pudim.com.br, tornando-se a Pudimpédia.

[editar]2009

  • O site inglês "F1live" aproveitou o 1º de abril, dia da mentira, para lançar a falsa notícia de que Lewis Hamilton teria trocado a McLaren pela Brawn.
  • 1º de abril tem Youtube de cabeça para baixo e piloto automático no Gmail.
  • O site de downloads BaixaKi anuncia o projeto Windows 8, uma versão revisada do Windows 7.

LENDO A INTERNET



http://twitpic.com/1c6af3

Superstições populares


Quem é que nunca entrou em um casa nova com o pé direito ou não bateu na madeira para isolar o azar? Algumas supertições já fazem parte do dia-a-dia das pessoas
Publicado em 13/08/2004 - 02:00
A+ | A- |  | 

É comum ouvir que nós, brasileiros, somos um povo muito supersticioso. Você sabe o que isso significa? Uma pessoa supersticiosa possui apego infundado a qualquer coisa que lhe dizem, crê em fatos sem fundamento real, segue conselhos que nascem da crendice popular. É algo que passa de avós para netos, entre amigos, de geração a geração, é a chamada história oral. Veja abaixo algumas superstições bastante conhecidas e avalie você mesmo o quanto é supersticioso ou não. 

 Pé direito - Devemos sair de casa e entrar em qualquer lugar, sempre com o pé direito, para evitar o azar.
 Borboleta- Ver uma borboleta voar dá sorte para o dia.
 Gato - Se tivermos um gato e formos mudar de casa, é bom passar manteiga em suas patinhas, para que ele não volte para a casa antiga.
 Gato Preto- Na idade média, acreditava-se que os gatos eram bruxas transformadas em animais. Por isso a tradição diz que cruzar com gato preto é azar na certa. Os místicos, no entanto, têm outra versão. Quando um gato preto entra em casa é sinal de dinheiro chegando.
 Sal grosso - Deixar um copo de vidro cheio de sal grosso no canto da sala, traz sorte.
 Bolsa no chão - Não podemos deixar a bolsa apoiada no chão se não quisermos perder dinheiro.
 Escada - Nunca devemos passar por debaixo de uma escada. É mal sinal na certa!
 Vassoura - Para dispensar uma visita chata, é só deixar uma vassoura de cabeça para baixo atrás da porta. Crianças que montarem em vassouras serão infelizes. Mais uma: varrer a casa à noite expulsa a tranqüilidade
 Arco- íris - Quem passar por debaixo do arco-íris muda de sexo: o homem vira mulher, e a mulher vira homem.
 Coceira - Sua mão esquerda está coçando? Então, prepare-se para receber um bom dinheiro extra. Se por acaso a mão que estiver coçando for a direita, tome cuidado: é provável que perca uma grande quantia. Coceira na sola do pé significa viagem ao exterior.
 Estrela Cadente - Viu uma estrela cadente? Faça um pedido, porque, segundo a crença de muita gente, é garantia de que ele vai se realizar.
 Elefante - Ter um elefante de enfeite, sobre um móvel qualquer, sempre com a tromba erguida mas de costas para a porta de entrada, evita a falta de dinheiro. Outra figura que garante carteira cheia é o Buda. Ele deve ficar em cima da geladeira, sobre um prato cheio de moedas.

 Orelha Quente  - Se sua orelha esquentar de repente, é porque alguém está falando mal de você. Nesses casos, vá dizendo o nome dos suspeitos até a orelha parar de arder. Para aumentar a eficiência do contra-ataque, morda o dedo mínimo da mão esquerda: o sujeito irá morder a própria língua.
 Objetos Perdidos - A maneira mais eficiente de encontrar algo que desapareceu é dar três pulinhos para São Longuinho.
 Espelho quebrado - Quebrou um espelho? A superstição prega que serão sete anos de má sorte. Ficar se admirando num espelho quebrado é ainda pior. Significa quebrar a própria alma. Ninguém deve se olhar também num espelho à luz de velas. Não permita ainda que outra pessoa se olhe no espelho ao mesmo tempo que você.
 Guarda-chuva - Dentro de casa, o guarda-chuva deve ficar sempre fechadinho. Segundo uma tradição, abri-lo dentro de casa traz infortúnios e problemas aos familiares.
 Aranhas - Aranhas, grilos e lagartixas representam boa sorte para o lar. Matar uma aranha pode causar infelicidade no amor.
 Brinde - Se o seu copo contiver algum tipo de bebida alcoólica, no brinde com ninguém cujo copo contenha bebida sem álcool. Vocês estarão se arriscando, nesse tintim, a ter seus desejos invertidos.
 Velas, lâmpadas e cigarros - Três velas ou três lâmpadas acesas em um mesmo quarto podem ser prenúncio de morte. Acender três cigarros com um mesmo palito de fósforo também significa perigo. Trata-se de uma tradição de guerra. O primeiro cigarro aceso mostra o alvo ao inimigo, que mira no segundo e atira no terceiro.
 Bons desejos - Na hora de acordar, abra os dois olhos ao mesmo tempo para ver tudo com clareza e não ser enganado por ninguém. Ao levantar, procure dar o primeiro passo com o pé direito para atrair boa sorte e felicidade. Faça um desejo ao cortar a primeira fatia de seu bolo de aniversário. Ponha um caroço de melancia na testa e, antes que ele caia, faça um desejo. Jogue uma moeda numa fonte. Só faça um desejo quando a água parar de se movimentar e você enxergar o seu reflexo. Os gregos atiravam moedas em seus poços para que estes nunca secassem. Faça um desejo ao usar um sapato novo pela primeira vez. Enquanto você estiver cruzando uma pequena ponte, prenda a respiração e faça um desejo.
 Meias do avesso - Se você colocar a meia do avesso, não se preocupe: sinal de que uma boa notícia está para chegar. 
 Qual será o sexo do bebê? - Existem algumas crenças para tentar adivinhar. Pedir a futura mamãe que mostre a mão uma delas. Se ela estender com a palma para baixo, será menino. Se a palma estiver para cima, nascerá uma menina. Existe também a linguagem do ventre. Se for pontudo e saliente, sinal de que um menino está para chegar. Arredondado e crescendo para os lados? Menina à vista.

Fonte: O Guia dos Curiosos

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